sábado, 2 de agosto de 2008

it´s a life...

Ok! Do you want something simple?
Ok! Do you want something simple?
Ok! Do you want something simple?
Ok! Do you want something simple?
The news, do you want something simple?
The look, do you want something simple?
The letters, do you want something simple?
The jokes, do you want something simple?
The games, do you want something simple?
The nights, do you want something simple?
The boys, do you want something simple?
The girls, do you want something simple?
The words, do you want something simple?
The friends, do you want something simple?
The rest, do you want something simple?
And sex, do you want something simple?

Why can't you understand, how I'm feeling now?
Why don't feel me, why can't you understand?
Please open your hand when you don't know how to do,
You want my life, but you've just said no more,
Everything is just my fault, the life well done,
I can't understand you more yeah,
And I can't understand you more.

Ok! Do you want something simple?
Ok! Do you want something simple?
Ok! Do you want something simple?
Ok! Do you want something simple?
The films, do you want something simple?
The songs, do you want something simple?
And love, do you want something simple?
The drinks, do you want something simple?
Art pop, do you want something simple?
TV, do you want something simple?
The silence...

Why can you decide how I'm feeling now?
Your heart is following mine,
Behind this sacrifice, can't you see the words?
Can't you see the things? Well I can go on,
Why don't you find another why?
Everything looks like a crash,
When I used to fall,
I can understand you more yeah,
And I can understand you more,
And you cry?
And your heart goes, cry?
And your city, why?
Can't you feel?
Can't you see?
What is happening to me?
All the thinking time,
All the love you gave it to me,
Gave it to me, I can understand you,
Why? Why this happen? Why?
Can't you see I'm selling lies?
Sitting at a table, why?

Why you want my life?
Why do you want me yeah?
And I can understand you,
And I can understand you, I can,
What is happening to me?
What is happening?
Can't you see now?
Can't you see now?
Can't you see?
I can understand you, why?
What is happening to us?

This song is too simple, This song is too simple, This song...

quinta-feira, 10 de julho de 2008

A cor das saudades

De que cor são as saudades? Brancas mesmo ao princípio, quando só vemos azul, o azul infinito de todos os começos, ou então daquele amarelo - claro, cor de quarto de menina no princípio do século, suaves, diáfanas, quase imperceptíveis. Saudades brancas, as da infância, dos lanches com as avós nas pastelarias da moda, dos natais em família, da primeira vez que ficámos de castigo na escola, do cheiro dos bolos que se escapava por baixo da porta da cozinha. Saudades da idade do mata – borrão com espessura de 12 milímetros, em que ouvimos, vemos, aprendemos tudo. São saudades doces, pacificadas, confortáveis, familiares, quase sempre permanentes e no entanto guardadas na memória.
Depois, e por grau de importância vêm as saudades de cores berrantes da adolescência, da primeira vez que o coração começou a bater tão alto que as pessoas se viraram para nós no meio da rua, da primeira vez que se ousou dar a mão, do primeiro chumbo no liceu, daquele primeiro acto de rebeldia em que desafiámos os nossos pais numa discussão e fomos metidos na ordem . São as saudades rebeldes, vermelho vivo, azul turquesa, cor de laranja, numa mistura de cores e sabores agri - doce de que é feita toda a idade do armário, quando nos fechamos para o mundo convencidos que o temos na mão.
Depois vêm as saudades do primeiro amor. Do primeiro beijo, das primeiras cartas trocadas, às vezes em forma de bilhetes enrolado até ficarem mais finos que uma caneta BIC para depois serem desenrolado pelo nosso amor. Saudades dos primeiros beijos dados às escondidas nas escadarias do liceu ou numa paragem de autocarro deserta. Saudades da primeira noite de paixão em que prometemos este e o outro mundo, em que fomos apanhar flores mesmo antes do dia se levantar, partimos conchas ao meio e demos a outra metade àquele que julgávamos ser mesmo a outra metade. E depois, saudades da primeira vez que nos rejeitaram, o peito inexperiente a sangrar, as lágrimas descontroladas e a voz a tremer, as noites de insónias a encher cartas que nunca foram enviadas, implorando um regresso, um passo atrás, só mais uma vez, só mais uma vez…
Gosto de imaginar as saudades às cores, amarelas, azul turquesa, de cores vivas, às bolinhas ou às riscas, mas sempre alegres como confettis e serpentinas em festas de crianças.
Ter saudades boas é uma das melhores formas de gostar de alguém. Saudades boas, que sabem, cheias de memórias doces e frescas, saudades de tardes passadas a ler, de passeios na praia a conversar, de cartas escritas e por escrever, saudades de um futuro próximo, ainda incerto, ma cada vez mais perto, cada vez mais perto…
Saudades claras, luminosas como estrelas, abertas, dadas, como mãos estendidas, saudades caladas mas não esquecidas, à espera do momento certo para morrerem nos braços do nosso amor…
São essas as saudades boas, as saudades certas, que não doem, não cansam, não cobram e não pesam, que só conhecem o verbo dar que fazem com que aqueles de quem mais saudades temos, que nem sempre vemos quando queremos, mas que sabem estar sempre próximos e atentos, tenham sempre saudades de nós.

In “As crónicas da Margarida” de Margarida Rebelo Pinto
Antonio Variacoes - Cancao Do Engate

Tu estas livre e eu estou livre
E ha uma noite para passar
Porque nao vamos unidos
Porque nao vamos ficar
Na aventura dos sentidos

Tu estas só e eu mais só estou
Tu que tens o meu olhar
Tens a minha mao aberta
À espera de se fechar
Nessa tua mao deserta

Vem que o amor
Nao é o tempo
Nem é o tempo
Que o faz
Vem que o amor
É o momento
Em que eu me dou
Em que te das

Tu que buscas companhia
E eu que busco quem quiser
Ser o fim desta energia
Ser um corpo de prazer
Ser o fim de mais um dia

Tu continuas à espera
Do melhor que ja nao vem
E a esperanca foi encontrada
Antes de ti por alguém
E eu sou melhor que nada

Corações ao alto

Há muitos tipos de corações. Há corações pequenos e tímidos, há corações grandes e abertos, há corações onde é preciso meter requerimentos de papel azul e selo de garantia para abrirem as portas, e outros, cheios de janelas, frescos e arejados. Há corações com trancas, segredos e sistema de alarme que são como cofres de bancos. Corações sombrios e desconfiados, com fechaduras secretas e portas falsas. Corações que parecem simples, mas quando se entra la dentro, espera-nos o mais perverso dos labirintos. E há corações que são como jardins públicos, onde pessoas de todas as idades podem entrar e descansar. Há corações que são como casas antigas, cheios de mistérios e fantasmas, com jardins secretos e sótãos poeirentos, carregados de memórias e recordações e há corações simples e fáceis de conhecer, descontraídos e leves, sempre em férias como tendas de campismo. Há corações viajantes, temerários e corajosos, como barcos à vela que nos parecem bonitos ao longe, mas que nos deixam sempre na boca o sabor amargo de nunca os conseguirmos abarcar…há corações missionários, despojados e enormes. Há corações que são paquetes de luxo, onde o requinte é a palavra – chave para baterem…há corações que são como borboletas e voam de um lado para o outro sem parar, numa pressa ansiosa de viver tudo antes que a vida se acabe…
Há corações que são como os elefantes do zoo, muito grandes, pacíficos e passivos que aceitam viver limitados pelos outros e que até tocam o sino se os tratarmos bem e lhe dermos mimos e corações aventureiros, sempre prontos para partir em difíceis expedições e se ultrapassarem a si mesmos. Há corações rebeldes e selvagens que não suportam laços nem correntes, corações predadores que só sobrevivem se caçarem outros corações, que correm tão depressa como chitas e matam como leoas, e depois há os corações gnus, que sabem que vão ser caçados mas não fogem ao seu destino…
Há corações que são como rosas, caprichosos e cheios de espinhos e outros que são campainhas, simplórios e carentes sempre a chamar por afecto. Há corações que são como girassóis, rodando as suas paixões ao sabor do brilho e da glória e corações como batata – doce, que só crescem e se alimentam se estiveram bem guardados e escondidos debaixo da terra.
Há corações que são como pianos, altivos e majestosos onde só tocam os que possuem a arte de bem seduzir. E corações como harpas, onde uma simples festa provoca uma sinfonia…
Há corações incondicionais que vivem tão maravilhados em descobrir a grandeza de outros corações que às vezes se esquecem de si próprios. Há corações estrategas, que batem ao ritmo de esquemas e planos, corações transgressores que vivem para amar clandestinamente e só sabem desejar o proibido e corações conservadores, que só se entregam quando tudo é de acordo com os seus padrões e valores.
Há corações a motor, que vivem só para o trabalho e corações poetas que só se alimentam de sonhos e ilusões. Há corações teatrais, para quem a vida é uma comédia ou uma tragédia e corações cinéfilos, que registam a beleza de cada momento em frames de paixão…
Há corações duros como o aço, sem arritmias, onde nada risca e faz mossa e corações de plasticina que se moldam às formas dos corações que amam. Há corações de papel, bonitos e frágeis que se amachucam facilmente e desbotam à primeira lágrima, há corações de vidro que quando se estilhaçam nunca mais se recompõem e corações de porcelana que depois de se partirem ainda abem colar os destroços e começar de novo.
Há corações orientais, espiritualizados e serenos e corações ocidentais hedonistas e ambiciosos, corações britânicos onde tudo é meticulosamente arrumado segundo costumes e convenções e corações latinos, que batem ao som da paixão e da loucura.
Há corações de uma só porta que são como grandes casas de família e outros de duas portas, uma para a sociedade e outra para a intimidade. Há corações que são como conventos, silenciosos e enclausurados e outros que são como hotéis, onde se paga o amor sem amor, escandalosos e promíscuos. Há corações parasitas, que vivem de afecto dos outros sem nada dar e corações dadores que só são felizes na entrega.
Mas há ainda uma outra espécie de corações, os corações hospedeiros, que sabem receber e fazer sentir os outros corações como se estivessem em casa, que dão e aceitam amor sem se fixarem, que tratam cada passageiro como se fosse o último, enquanto procuram o seu coração gémeo, sempre na esperança secreta e nunca perdida de um dia deixarem de viajar e sossegarem para a vida.

In “As crónicas da Margarida” de Margarida Rebelo Pinto


Cada pessoa tem o seu tipo de coração..e com tanto tipo alguns ate misturam caracteristicas de varios tipos..

sábado, 10 de maio de 2008

vai onde te leva o coração..

"E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não te metas por uma ao acaso, senta-te e espera. Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo, e sem deixares que nada te distraia, espera e volta a esperar. Fica quieta, em silêncio e ouve o teu coração. Quando ele te falar, levanta-te e vai para onde ele te levar.""...a principal qualidade do amor é a força..."

retirado do livro Vai aonde te leva o coração de Susanna Tamaro.

Por vezes surge-nos na vida decisoes difixeis de tomar..caminhos difixeis de excolher..muitas duvidas que nos levam ao desespero..sem saber o que fazer..o que dizer..o que escolher..nada melhor que este excerto para nos sossegar..nada melhor que istu..pa nos faxer penxar bm..e n tomar dexisoes de ânimo leve..

huum..pensamentosss

Olha pra mim...
Deixa voar os sonhos...
Deixa acalmar a tormenta...
Senta-te um pouco aí...
Olha pra mim...
Fika no meu abrigo...
Dorme no meu abraço...
E conta cmg...
eu estarei aki...
Enquanto anoitece...
Enquanto escurece...
E os brilhos d mundo cintilam em nos...
Enkuanto tu sentes k se kebrou td...

***EU ESTAREI SEMPRE K T SENTIRES SO***

Para ti ***

um dia dediquei estas palavras a uma amiga..=)

"a memoria e o noxo melhor patrimonio.."

todos estes anos d vidinha..de momentos..d esperienxias..d amixades..d perdas..d namoricos..d paixoes..d amores impoxiveis..d tristexas..d alegrias..d frustraçoes..d tudo..todos estes anos ..paxamx por todas estas coisas e mais algumas..

"...pk todas as crianxas sao herois por transportarem no calor da alma o sorriso de um futuro certo,por cnfiarem na vida (...)"

ahh nos ja fmx crianxas sabxm cm é..uma alegria d viver..o sonhar knd for grande keru ser medico..kero ser professor..keru istu e akilo..alegria d brinkarmx o dia todo..eheh..a alegria d sermx inocentes e n sabermx o k nos espera o futuro..ser-s crianxa e optimo..e metade do mundo ou te a maioria goxtaria d saber knd era crianxa a vida k lhe tava reservada..aproveitariam mt mais a infanxia.e n kereriam crescer cm s clhr desejaram tanto..

dpx a adolescencia..tirei istu d um livro mt fixe..paixoes d adolescencia..

"paixoes de adolescencia..comexam do nada e acabam em nd..pk n valem nd,a nao ser enkuanto duram,as x cm a vida mais breve do k uma mosca.paixoes impoxiveis,que nos tiram o sono e o apetite,nos poem a cntr as estrelas e a xcrever poemas pirosos,nos faxem rezar mxm knd ja deixamx d ir a missa desd os 12 anos,nos adoçam o coraxao e o olhar e enxem a almofada d agua salgada knd as coisas correm mal,ou pior ainda,n correm.
depois uma pexoa cresce e habituaxe a sofrer.a esperar.a sonhar um bolo gigante a partir d tres migalhas.a acreditr no impoxivel.a desejar o impenxavel.a kerer q akeles q amamos nos tragam o mundo numa bandeja.a isto xama-se carregar pianos.ate ao dia em k 1a pessoa s canxa,baixa os braxos e dix agora basta!basta de espera,d castelos de areia,d adiamntos e hesitaçoes,d ausensias e duvidas.e dpx o mundo vai abaixo.as casas,os predios,as pontes,td s desfax num estrondo imenxo e assustador,que fax quase tanto barulho cm um coraxao a bater a porta,ainda cuta mais.."

quem ja n paxou por istu??km ainda n paxou pla adolescencia..

aiai..vida adulta k es tao dura..ou tmx uma paixao um amor dakeles k nos fax felix..e k tudo parece um mar d rosas ou entao a vida torna-s amarga podendo cntr apenas cm nos proprios..

"e smp trde knd s descobre o amor e smp demasiado cedo po poder viver.."

"e k as x bastam mxm 2 segundos e n mais pra s mudar d vida e s ser felix.."

a vida nm smp corre cm desejamx em crianxas..em k o mundo e perfeito e podemx ser kkr coisa k imaginamx ser..eheh

a vida na realidade e bastant dura..e mt imprevisivel..

acabamx por nos dar cnta que..

"(...)a vida toma a forma d um trofeu e tudo o k faxemx e penxamx e cndicionado plo objectivo final d cnseguir levar a bm porto uma missao k so tm sentido s for impoxivel.."

na realidade damo-nx cnta k e d facto axim..

vive intenxament os momentos..aproveita ..se felix..agarra a felixidade smp k puderes..pk ela foge-nx rapidamnt portanto agarra-a smp k puderes e abusa dla..